LP ROSA NEON "ROSA NEON" PART. DJONGA

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Formada por Luiz Gabriel Lopes, Marcelo Tofani, Mariana Cavanellas e Marina Sena, a Rosa Neon é o retrato mais pop e contemporâneo da música de Minas e o álbum chega com a participação e bençãos do conterrâneo e padrinho (talvez inusitado) Djonga. 

" As personalidades destoam harmonicamente no Rosa. Isso é muito interessante e talvez o motivo por eu gostar tanto. Pessoalmente, me sinto muito parte desse processo e sei lá...Eu gosto dessa merda rosa aí!", define o rapper.

A capa do álbum com foto de Sarah Leal (outra integrante do núcleo de base), remete ao disco dos Doces Bárbaros de 1976. Certamente pela diversidade, potência e arte do encontro presentes também na Rosa Neon. "Assim como o imaginário hippie como matéria prima, porém já devidamente atualizada. O protagonismo compartilhado, a doçura bárbara e a sedução cósmica, dentre outras hashtags" acrescenta Luiz Gabriel Lopes.

Para o grupo é de suma importante o registro desse primeiro álbum - dessa banda que já nasceu queridinha do público e dos festivais de música com presença confirmada em alguns dos mais badalados como o Coquetel Molotov em Pernambuco, por exemplo. 

"Mesmo sendo lançadas separadamente, as canções do disco contam uma história", afirma Marcelo. Uma das faixas novas "Cê não tem dó de mim" é acústica. Nós quatro viemos desse lugar de cantor e compositor carregando seu instrumento. É um campo bem familiar pra nós e que queríamos mostrar nesse álbum", destaca, lembrando que os quatro integrantes possuem também seus projetos solo.

Foi durante uma tour de Luiz e Marcelo pelo interior de Minas que eles encontraram Mariana e Marina. Mais precisamente na cidade de Milho Verde. Houve ali uma ligação imediata. Eles continuaram trocando arte e quando cantaram juntos a canção "Rosa Neon" -de Marina Sena, decidiram se unir. 

A música é outra inédita no primeiro álbum do Rosinha, que promete fazer ainda mais barulho pop. " O impacto que causamos não foi planejado. Percebo que no nosso estado o pop music quase não existia. Por todos os cantos o que se via e ouvia era canção. Acredito que o Rosa tem um papel nesse sentido: o da liberdade da criação do campo musical. O fato de assumir o pop como um estilo também importante culturalmente, rompendo barreiras", acredita Mariana.

E single a single, clipe a clipe, verso a verso, beat a beat, a Rosa Neon trilha seu caminho fazendo um pop responsa e bem executado. Parece que eles vão ser referência um dia desses, mas talvez eles nem liguem tanto pra isso. Por enquanto é mexer o ombrim e ver estrelas.
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